Logo_1

André Garcia, Presidente da AASP, fala sobre as transformações tecnológicas na advocacia e as tendências para formação de advogados

Inteligência artificial, linguagem mais simples no Judiciário e diversidade nos tribunais foram alguns dos temas trazidos ao leitor.

Em matéria publicada pela Folha de S.Paulo no dia 6/2, André Garcia, Presidente da AASP, traz uma análise sobre as transformações tecnológicas para advocacia, como o profissional do Direito pode se preparar para essa nova realidade, a importância na diversidade no mundo jurídico e outros temas relevantes.

Por meio de seu serviço de Intimações com o uso de inteligência artificial (IA), a Associação acompanha com atenção o avanço da tecnologia no Judiciário.

­

Sobre o tema, o Presidente também destaca que o uso da IA é bem-vindo para racionalizar o trabalho de assessores e permitir aos magistrados decidir com mais qualidade. “A inteligência artificial é alimentada com esse olhar de fazer um filtro dos casos que devem chegar. Dá um trabalho hercúleo fazer um recurso em cima dessa decisão demonstrando o equívoco dela”. Porém, a decisão do magistrado não pode ser substituída por robôs em tribunais, como Garcia pontua: “Não pode substituir o humano de forma alguma, tem que ser um magistrado que dá a decisão final”.

­

Quanto à formação dos advogados para atender às demandas geradas pela transformação tecnológica, o Presidente da Associação defende mudanças na grade dos cursos de Direito. “As faculdades devem passar por transformação constantemente, inclusive absorvendo toda essa tecnologia em prol dos alunos. É possível adotar novas metodologias, colocar os alunos em situações mais práticas para que eles sejam mais bem recebidos no mercado de trabalho.”

­

Outro tema trazido por André Garcia foi a falta de diversidade e representatividade nas cúpulas do Judiciário nas escolhas para os tribunais. “Tem que ser algo que a sociedade esteja comprometida, até como reparação histórica. A situação não é de fácil solução. Passa, primeiro, pela chegada dessas pessoas às faculdades. As cotas têm permitido que comecem a se formar cada vez mais profissionais negros, negras, o que vai permitir que eles ocupem cargos, mas não podemos aguardar passivamente. Há necessidade de que os escritórios e o Poder Judiciário sejam estimulados a implantar medidas que acelerem esse processo de transformação.”

­

Nesse sentido, hoje a AASP prioriza a paridade de gênero no Conselho e na Diretoria e a obrigatoriedade de ao menos um candidato negro nas chapas. “Nos próximos anos, temos expectativa de que comece a ter também uma alternância entre homens e mulheres na Presidência. Nós acreditamos que a diversidade traz muito mais qualidade para o trabalho que é desenvolvido.”

­

Leia a matéria na íntegra clicando aqui.

Rua Álvares Penteado, 151 – Centro
São Paulo – SP – CEP 01012 905

Tel.: (11) 3291 9200 (capital e região metropolitana de São Paulo)
ou 0800 777 5656 (outras localidades)

WhatsApp: (11) 99424 6731